quinta-feira, 15 de julho de 2010

Haikai propaganda

Agora sou cult
adeus paz oriental
visite outro blog

Galerë, esse blog tá praticamente em coma. Agora eu tenho muitas aulas de exatas e economia, logo não tenho mais talentos... exceto um, que mantive. A minha capacidade de empreitadas imbecis não é limitada.

"Então, como fica??? O que ele quer fazer??", você se pergunta, meu amado leitor, que nem me visita mais porque isso quase morreu. Não farei nada, teoricamente. Apenas criei uma nova account no google e, blau, mais um blog indie surgiu. Exato, um pseudônimo pseudo (nossa, que merda de piada). A tentativa é criar um perfil indie e dar certo com ele, apenas para provar que qualquer idiota pode ser indie. Até os que fazem economia e estudam análise na reta. Ou não. Vamos tentar!

Mas, bem, não vim aqui falar só isso. Quero anunciar que meu artigo sério fracassou, logo estou concluindo um estudo sobre como pegar mulher feia é irracional/inútil e sob que circunstâncias isso pode ser bom. Imperdível, né? Acho que o nome do meu livro não será mais "Nova economia cultural brasileira" e sim "Mathematical Guide to Cabrones".

E dá próxima vez trago algo legal que não seja um haikai, hoje só veio lixo, inclusive esse link: www.autoridadepseudo.blogspot.com

Amo todos vocês! Brinks, nem amo, mas abraço para todos.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Espírito Moderno

Se algum idiota diz que isso é um haikai
(e ele diz)
Alguém acredita

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Prometo que o próximo post não será nada relacionado a haikai. Estou esperando as aulas começarem para eu ter ideias mais tensas e voltar a escrever textos.

Haikai Punk

Um Molotov louco
Atinge o ministro e faz
calor de verão

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Até a falta de criatividade é bonita num haikai

Os bons posts não vêm
Embromar é ver com calma
no chão, velhas folhas
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Sei que não é outono, mas não me importo com isso. Pensando bem, me importo... está quente.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Haikai Uai!

A jabuticaba
No chão caiu. Requeijão...
Pote não acaba

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Cinema e Sociedade

Volto aqui ao blog justamente quando não deveria fazê-lo. No meio de uma viagem estou com questionamentos incríveis que me retomam filmes que vi antes de vir ao Piauí. Antes de explicar, não, eu realmente não deveria escrever mesmo, está legal aqui. Mais legal do que no Rio, onde eu tava com infecção urinária e as pessoas estudavam para a UFRJ. E ainda vou sair para um boteco legal a beira de um rio, depois viajar pelos feudos do nordeste caçando trolls.
Mas, bem, vi uns filmes interessantes... Christine - O Carro Assassino, O Assassino, Desejo de Matar, Mr. Vingança, Visitor Q e outros. Além do fato óbvio desse ano provavelmente ser o ano do Cabra de Metal na China, ele também tem sido bom para pensar. Até Desejo de Matar III se tornou um bom caso de estudo para uma socióloga ou um estudante de férias com um pouco de febre. E foi isso que aconteceu...
Devemos começar com uma análise do protagonista. Paul Kersey, interpretado por Charles Bronson, é um americano desiludido com a política de segurança dos EUA, mas não com os ideais de sua nação. Após já ter matado uma série de meliantes nos dois primeiros filmes da série, ele parou para descansar. No começo do terceiro filme, este não tão exemplar cidadão é preso injustamente e, para sair da cadeia, é obrigado a acabar com uma gangue de punks que oprimem a população de bem de uma cidade. Ele, no começo sozinho, depois com seu amigo Wildney (uma inocente pistola que parece saída de um mangá), depois com a população direita da cidade e no final até com os policiais, consegue ganhar dos bandidos.
A princípio conclui-se que o filme é muito legal. A violência nonsense que caracteriza a série e a boa trilha sonora – feita por Jimmy Page – garantem isso. A interpretação que é meio complicada, e, contudo, bem óbvia, é que quando o governo não consegue exercer seu monopólio da violência e garantir a segurança das pessoas, o povo deve sair metendo bala nos bandidos e depois ceder a lógica ao governo. Curiosamente isso acontece muito na África. Troque “gangue de punk” pelo “nome da etnia inimiga” que você tem o raciocínio de um sudanês típico.
A questão é que cada etnia reconhece seu próprio governo e no final não dá nada. No máximo uma trégua e, oba! Uma continuação! Se você seguir um com um bigode e uma arma legal, torcer para ele sobreviver e, pronto, não há menor dúvida que um bom roteiro não é tão difícil de fazer. A droga é que eu e a África mais instável não temos câmera. Maldita desigualdade!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Egoísmo mesmo

Bem, obviamente fiquei chateado pelo adiamento do ENEM. Sabe, quebrou todo meu preparo mental, mas eu duvidava que o governo realmente conseguisse ferrar minha vida com uma prova idiota. É, e talvez ele consiga... Quarta sai o dia que farei a prova. Nossa, legal, né? Farei de qualquer maneira e espero mandar bem... mas se ela for dia 07/11, acho que terei o maior impulso anarquista de nossa geração.

A razão é clara... dia 05/11 tem show do Faith No More. Sim, se for dia 07/11, meus pais não me deixarão ir. É, deixarei de ir num show que tem tudo para ser a própria definição de definição de show maneiro. E o pior... nem terá saído o resultado do IBMEC ou da FGV, me estimulando (ou não) a matar o ENEM. É... terei que ir se for dia 07/11.

Quando parei para pensar nisso... Pô, acho que tenho todos motivos para estar com uma irritação ímpar. E o desrespeito com os estudantes me irrita sim, mas ele comparado ao show do Faith no More é detalhe. Racionalmente discordo profundamente do que digo, mas é o que sinto, e, cacete, isso que importa no momento. Torcer para ser depois do dia 07/11. Danem-se UFF e UFRJ, quero UERJ mesmo! E viva Jamil, King Size do Mundo!!!

P.S.: Estou mais feliz agora que sei que o ENEM é dia 6/12, mas eu não devia ter comentado a UERJ nesse texto...

sábado, 26 de setembro de 2009

Jamil's Bad Fur Day...

Na primeira vez que ouvi Highway Star do Deep Purple, eu confundi a palavra “head” com “hair”. Sinceramente, nessa vez não teve sentido, mas, hoje, essa confusão seria parte fundamental de minha vida. Acabei de perder toda minha credibilidade como músico... E a Ellen Page perdeu a credibilidade como menina meiga e bonitinha.

Ou não, continuo tocando a mesma coisa, mas, sabe, o cabelo e o biquinho são mais importantes que o timbre para o baixista. Quando nos escutam, pensam que o “maluco da guitarra estranha” tá carente, então para sermos notados precisamos de POSE. E mesmo assim ninguém valoriza os nossos timbres, escalas bizarras ou qualquer coisa.

Com o cabelo mais curto desde 2005, não renderei tanto no aspecto pose. Talvez como músico dê tudo certo, minhas linhas andam afiadas, precisas e trabalhadas, prontinhas para aparecer... mas agora é uma incógnita... Ellen Page me dá medo.

De qualquer forma, o cabelo me deixou meio preocupado. Eu ia escrever sobre como tenho medo da Ellen Page, mas, isso é pouco. Tenho mais medo de perder o título de maluco muito bom e foda no baixo. Tá certo que nunca tive, mas poderia ganhar. E o cabelo não tem nenhuma relação com isso. E dane-se, estou irritado e isso basta.

Ah, vou ver Eraserhead de novo, talvez passe.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Como desvirtuar o aprendizado

Voando bem alto
está o gavião.
Que torna-o arauto
é o mal do avião.

O mesmo Destino
Dá o barco ao boto...
Humano imagino:
"Foda mesmo é ser piloto"

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A gente estuda um pouco para escrever melhor e dá nisso. É... ser poeta não é meu forte.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Sonetinho

Inútil tempo, soprado com o ar
Expirado o momento e meu normal
Minh'alma sem rumo é agora nau
Eliminada com vão respirar

Com os pés no chão procuro novo lar
Encontrar-me era outrora tão banal
Transformou-se logo em grandioso mal
Que me impelia a nunca mais voltar

Contudo, já estou enfeitiçado
Mais uma tentativa por mim clama
Com a tonalidade dum triste fado

Culpa minha! Não tão verde está a grama
Tarde... perdi uma chance ao teu lado
Errar é natural daquele que ama.
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Bem, primeiro soneto. Ainda preciso de treino... com o tempo melhora. Com as dicas do JM também. Valeu, cara.