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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Sem idéia para um título decente

Após um tempo sem postar devido a estar fazendo muitas coisas, aqui volto para falar algo, mas ainda não tenho muita idéia do que falar. Talvez seja fruto da volta às aulas. Mas estou numa crise de criatividade imensa, então como qualquer blogueiro que se preze e não tem bosta nenhuma para falar, falarei sobre algo de interessante dos dias anteriores. Fiz uma simulação de ONU na UFRJ, a Sijudi. Muito divertido, conheci bastante gente legal, tentei declarar guerras entre outros mimimis. Foi uma das coisas mais divertidas que eu poderia ter feito e fico feliz por ter feito. Porém vamos voltar ao hoje. Tive aulas, tudo muito bacana, e hoje compûs uma música nova. Espero que dê para gravar essa, pois é mais simples no termo arranjos. Puxei mais para um folk, etc. O legal era botar um cello ou um violino, mas isso fica para depois, agora não vou afrescurar tanto. E digamos que apesar dessa ser uma das músicas mais legais que eu já fiz, estou meio preocupado sobre os motivos que me levaram a fazê-la. É algo em demasiado loser que só revelarei caso eu grave e tenha mais de 1000 dowloads no MySpace (sim, vocês não vão descobrir o motivo).

Enquanto não gravo, um abraço, e no próximo posto ainda não teremos a música. Digamos que meu forte é o baixo, o violão ainda está sendo devidamente tirado e melhorado conforme minhas opções vão aumentando.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Retorno amigável da contradição auditiva

Boa tarde a todos.
Vim aqui comentar algo muito importante nesse blog. Não, não é a música prometida, que não sairá tão cedo devido a um problema que surgiu (meu teclado não fica tão agudo quanto a música exige). Vim falar sobre um fenômeno que atinge a maioria das pessoas, acho que todas: saber que a música é uma merda e ainda gostar.
Após um bom tempo só ouvindo e descobrindo coisas de qualidade no mínimo boa pra caralho, consegui com um amigo um box de B-sides do Siouxsie and the Banshees. Puts, que merda, nada de solos, harmonia bem feita, cozinha esmerada, nada. Mas é tão divertido... tem todo aquele clima denso que de certa forma faz a música soar interessante. Estou com toneladas de música para ouvir aqui, revirei a coleção do meu pai e amigos tem me passado coisas. Estou ouvindo João Donato, Charles Mingus, Mahavishnu Orchestra, Casa das Máquinas, Clube da Esquina e outras coisas de excelente gosto. Mas o que viciou mesmo, além de Charles Mingus e Som Imaginário, foi o maldito (han, han, trocadilho pseudo-cult) post-punk. Não é qualquer post-punk, mas até que Siouxsie and the Banshees (que eu não conhecia antes) e Joy Division (que eu odiava com todas as forças por causa de "Love will tear us apart") são legais.
Não, não virei gótico, mas até que o som é divertido. Não recomendo, pois sei que é uma merda mesmo. Se quiserem ouvir algo bom peguem som imaginário mesmo e sejam felizes. Recomendação do dia. Rezem para eu superar o vício nessa droga pesada, assim como tudo que descende do punk em linha direta =P

Abraços e boa jornada de individuação a todos (sempre quis falar isso)

quarta-feira, 16 de julho de 2008

A volta dos que não foram

É, eu queria postar nesse blog já postando minha primeira música... porém não deu certo e vocês não ouvirão as músicas de quem fala mal dos outros sem ganhar nada com isso. Felizmente, pois meus timbres ainda andam meio ruins.

Vim postar apenas para dizer que estou de férias, fazendo bastante coisa e entre elas conhecendo novas coisas. Recentemente passei a dar valor a algo que nunca tinha prestado muita atenção: trilhas sonoras. Ouvi umas trilhas sonoras de Philip Glass e Yann Tiersen e isso me fez muito bem. Além de ter contato com dois bons compositores, me deu idéias para a trilha sonora de "A Vingança do Pierrot", meu novo curta metragem. Não vou adiantar para vocês aqui, pois vai perder a graça (porra, é um curta, se eu adiantar algo já contei metade do filme).

A primeira música da trilha já tem seu tema composto, e é isso que gravarei e botarei aqui na internet para ser baixada de graça. Isso tudo por amor a vocês, meus fãs fiéis, que vem sempre no blog e me dão palavras de apoio nos comentários xD (sinceramente, eu sei que ninguém quer ouvir uma música só piano e baixo. Da próxima vez faço um trance metal de vanguarda).

Enquanto isso, fiquem com músicas do Yann Tiersen (e aproveitem, pois no próximo post a música será fraca):



Espero no próximo post já ter minha música na internet, e enquanto a gravo com meu amigo PV, aquele abraço.

terça-feira, 1 de julho de 2008

I'm Back!

Yo Niggos e Niggas do meu Brasil!

Volto aqui com a missão de fazer esse blog sobreviver ao meu descaso e falta de saco. Esse grande sucesso de público voltou apenas por amor aos fãs, como todo hard blog que se preze e fará uma turnê em breve no Japão. Enquanto isso não acontece vim falar de algo importante: o porquê de Mallu Magalhães ser uma merda =D

Está certo que aqui os pseudo-intelectuais tentarão tacar ácido sulfúrico no meu rosto para eu ter que virar o Babyface II, porém ignoro quem ouve uma pessoa que ERRA BOB DYLAN EM REDE NACIONAL e nenhum argumento pode mudar isso.

Todos erram, eu já errei, o guitarrista da minha banda já errou, o vocalista idem, todos erraram ao vivo já, e não há nenhum problema real nisso, mas o que me revolta é alguém gostar de um "músico" que não sabe o que é tom e tem uma técnica deprimente no violão e, para acabar, falar que é bom. Eu sou adepto da teoria de que existem várias estéticas e que todas devem ser respeitadas, porém temos que ser minimamente lógicos. Nick Drake fazia um folk bem trabalhado e merece respeito por isso. Por menos que gostemos de folk, temos que admitir que o cara é bom. Já quando vemos um aborto musical como Mallu Magalhães vemos que ela não adiciona nada novo nem faz bem o que se propôs a fazer.

O problema em Mallu Magalhães não é fazer folk enquanto eu ouço Arrigo Barnabé ou Return to Forever, é fazer música ruim sob qualquer ponto de vista. A menos que você defina uma estética chamada "Música ruim", aí nisso ela manda bem e eu tenho que concordar.

Eu sinceramente acho a Mallu uma pessoa extremamente inteligente, ela sabe vender uma imagem boa para pessoas burras que querem passar por inteligentes. Uma garota de 15 anos, com voz de gato no cio e que não sabe o que é bondage é uma imagem legal para pessoas que criticam nossa "decadente sociedade", mas não fazem porra nenhuma para mudar. Os verdadeiros culpados são esses imbecis que caem no papo dela, apoiam e não deixam alguém com um gosto até legal se desenvolver (se bem que duvido que ela queira, pois do jeito que ela é boa em vender a própria imagem ia se dedicar a outra coisa).

Olha, antes que me acusem de ser hipócrita sei que sou fraco como músico e tudo mais, porém eu faço aula com um bom professor, toco baixo bastante, me dedico, então não é o sujo falando do mal lavado. E nem pretensões de ser músico eu tenho, quem quer ser devia saber bem mais que eu, né?

Abraços de Jamil, o Idealista Musical =P

sábado, 23 de fevereiro de 2008

O Rock está em coma

Estive pensando sobre o incerto futuro do rock. Para mim esse já é finado aqui, mas as pessoas se enganam com bostas como Strokes e Arctic Monkeys. O que me leva a crer que o rock morreu?

Nº1 - Falta de renovação no Mainstream internacional. Faz um bom tempo que não surge nenhuma banda inovadora. As únicas famosas que são diferentes da maioria são Mars Volta e Muse, mas fora dessas o que temos é o pop-punk burro e o pop-punk pseudo-intelectual (indie).
Nº2 - Falta no Brasil também. As bandas que mais me interessam surgiram todas no começo de 90, com raras excessões. Bandas legais que aparecem ainda são independentes, e espero que cresçam. Conheço pouco o cenário underground, mas conheço poucas bandas que mereçam recomendações: Manacá é uma dessas.
Nº3 - Os novos estilos mais desenvolvidos do Rock não tem carisma, nem público-alvo. Pelo que andei pesquisando, as vertentes mais "inteligentes" do rock, não chegam nem perto de serem um novo prog. A música tem o grande valor de nos fazer parecer inteligentes, mas as novas vertentes, como o post-rock, tem que competir com o indie (que além de tudo tem atitude !???!!?!) pelo domínio da adolescência metida a inteligente, que atualmente no Brasil não chega a ser um público muito forte, acho.

A única chance do rock sobreviver é com um estilo novo de rock, menos influenciado pelo punk, crescer, assim salvando o rock da mesmice.

Caso você não esteja entendo o que me irrita com o punk atual, é simples. O Punk surgiu para salvar o rock do Prog, que era muito intelectualizado para ser admirado por todos. Hoje em dia o rock já é tão punk faz tanto tempo que perdeu a graça. Precisa de algo novo, que não seja cru como o indie, mas não inteligente como o math rock. Esse estilo, ainda não conheço, mas espero que venha logo. Enquanto isso, a cada tópico vou colocando bons cds de bandas independentes de rock nacional para serem baixados, ok? Esses cds são algo que eu considero diferente do que se toca hoje em dia, então vou divulgar.

Downloads - Manacá

Comentário sobre o Download:
Se você gosta de Cordel do Fogo Encantado, cai dentro, mas com alguma moderação. Ao que me parece, les tem mais peso, e sinceramente acho algumas músicas repetitivas, mas tem músicas bem interessantes como "O galo cantou".

Abraços